| há sempre um preço, mesmo quando não há.... |
não percebo a lógica atrás apresentada. querer algo só porque é de graça? para quê exatamente? daria para preencher a vida com montes de merdas completamente inúteis que aliás se calhar poderiam potencialmente servir um dia, só porque mas dão... as coisas que não quero, não quero na mesma. e ponto. o de não ter de pagar não me faz sentir especialmente especial. ou nobilitada. ou valorizada. o meu ego porta-se muito bem sem. não precisa que o afoguem. ou que o aumentem. devo ser um caso não previsto pelos criadores do de borla. uma exceção não incluída nos manuais.
além disso o leszek incutiu em mim que tudo sempre tinha um preço. e que o de graça o tinha bem escondido. e por isso tão perigoso. porque só se o descobria quando era tarde demais para devolver a mercadoria. ou desistir. e a única solução era pagar. e mesmo se nem sempre era monetário, muitas vezes acabava por custar ainda mais do que se fosse. porque esforço, trabalho, energia, emoções e, sobretudo, tempo investido são coisas que nunca nos serão restituídas. nenhum dinheiro do mundo os consegue pagar ou comprar.
então quando oferecem algo gratuito, fujo imediatamente.
além disso o leszek incutiu em mim que tudo sempre tinha um preço. e que o de graça o tinha bem escondido. e por isso tão perigoso. porque só se o descobria quando era tarde demais para devolver a mercadoria. ou desistir. e a única solução era pagar. e mesmo se nem sempre era monetário, muitas vezes acabava por custar ainda mais do que se fosse. porque esforço, trabalho, energia, emoções e, sobretudo, tempo investido são coisas que nunca nos serão restituídas. nenhum dinheiro do mundo os consegue pagar ou comprar.
então quando oferecem algo gratuito, fujo imediatamente.