a maioria das pessoas não entende quanto trabalho dá para se chegar aos resultados desejados. mesmo que pareçam muito simples. perde tempo a pensar o que fazer. a analisar detalhes. a querer sempre mais informação, mais parâmetros, mais precisão. a atrasar a decisão. a perguntar-se o que é mais importante. a não saber por onde começar. as opções parecem demasiado complicadas. e a espera se calhar podia trazer uma mais fácil. a acabar por ser paralisado por isso. a preferir ficar pendurado do que cometer um erro, hesitar do que descobrir, ponderar do que saber ao certo. o pior é que depois ficam surpreendidos ou dececionados por não chegarem onde querem... não percebem como aconteceu porque levou tanto trabalho, tempo, energia e esforço...
enquanto, na verdade, não alcançam os objetivos só porque fazem uma parte infinitesimal do que precisa ser feito. pensam mexer-se muito a fazer o estrito mínimo. têm a impressão de se dedicarem completamente quando nem sabem o que essas palavras significam exatamente. não estão prontos a sacrificar o conforto quotidiano. o tempo dedicado a merdas. as pulsões do ego. acham as pessoas que conseguem atingir o que querem extremamente talentosas. com mais sorte. ou com outra explicação mágica do êxito. dizer-se que não há magia nenhuma seria admitir que não fizeram algo certo. que negligenciaram. que falharam. seria o fim do mundo.
o outro problema é que essas pessoas também parecem confundir o honesto com o ofensivo. quando se lhes diz que não deram 100% ficam ofendidas. passivo-agressivas (uma das coisas que mais detesto...). chateadas. não veem que vai contra um qualquer progresso. que para avançar é preciso ser humilde e engolir as circunstâncias da vida. ficar cego perante tudo o que não importa. sempre a fazer mais. a esquecer-se de muita coisa que não importa na altura dada. a ignorar dececionamentos. a concentrar-se no objetivo sem contar ou medir o que não funcionou. sem se desencorajar. a não levar nada à peito. a não ser que seja a vontade de ter êxito.
| são cinco minutos. e vinte anos de prática. |
o outro problema é que essas pessoas também parecem confundir o honesto com o ofensivo. quando se lhes diz que não deram 100% ficam ofendidas. passivo-agressivas (uma das coisas que mais detesto...). chateadas. não veem que vai contra um qualquer progresso. que para avançar é preciso ser humilde e engolir as circunstâncias da vida. ficar cego perante tudo o que não importa. sempre a fazer mais. a esquecer-se de muita coisa que não importa na altura dada. a ignorar dececionamentos. a concentrar-se no objetivo sem contar ou medir o que não funcionou. sem se desencorajar. a não levar nada à peito. a não ser que seja a vontade de ter êxito.