| silêncio! |
acho que, na maior parte dos casos, só conseguimos realmente perceber as situações e as emoções envolvidas nelas quando as experimentamos nos mesmos. quando descobrimos a quintessência. quando percebemos os interesses. quando estamos com dúvidas ou com medo. à beira de escolher, perder, arriscar ou errar. quando entendemos o que podemos estragar.
no resto dos casos, só temos a impressão, a ilusão de perceber. é uma situação muito mais fácil, quando não estamos pessoalmente implicados, mas achamos ter o juízo necessário para resolver a situação. e julgamos. algo de bastante horrível, mas que quase todos fazem. não sei se é por falta de segurança, mas é um programa que se activa na cabeça quando nos comparamos a alguém e quando o que vemos não corresponde à nossa própria imagem. sentimo-nos ameaçados. os nossos valorem parecem derreter mais rapidamente do que um cubo de gelo quando é colocado na água em ebulição. então para nos proteger, decidimos que o que é diferente é mau. separam-nos disso. sucumbimos às nossas inseguranças. condenar é fácil. ter a coragem de tomar uma decisão é outra coisa.
dignidade é muitas coisas. é manter a sua integridade. é escolher o correto em vez do fácil. é decidir não fazer nada quando não se gosta das opções que se tem. é respeitar as outras pessoas. é ficar calado quando não se tem nada de construtivo a acrescentar. é seguir o seu coração. é decidir como se quer enfrentar a morte quando se sabe que se tem pouco tempo.
não foi o apóstolo paulo que escreveu, na epístola aos romanos,: 'portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo'?
no resto dos casos, só temos a impressão, a ilusão de perceber. é uma situação muito mais fácil, quando não estamos pessoalmente implicados, mas achamos ter o juízo necessário para resolver a situação. e julgamos. algo de bastante horrível, mas que quase todos fazem. não sei se é por falta de segurança, mas é um programa que se activa na cabeça quando nos comparamos a alguém e quando o que vemos não corresponde à nossa própria imagem. sentimo-nos ameaçados. os nossos valorem parecem derreter mais rapidamente do que um cubo de gelo quando é colocado na água em ebulição. então para nos proteger, decidimos que o que é diferente é mau. separam-nos disso. sucumbimos às nossas inseguranças. condenar é fácil. ter a coragem de tomar uma decisão é outra coisa.
dignidade é muitas coisas. é manter a sua integridade. é escolher o correto em vez do fácil. é decidir não fazer nada quando não se gosta das opções que se tem. é respeitar as outras pessoas. é ficar calado quando não se tem nada de construtivo a acrescentar. é seguir o seu coração. é decidir como se quer enfrentar a morte quando se sabe que se tem pouco tempo.
não foi o apóstolo paulo que escreveu, na epístola aos romanos,: 'portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo'?
