para o carlos.
inspiras-me a escrever mais. e melhor.
obrigada.
que sejam as palavras pouco diplomáticas, os vestidos de comprimento puta, os chinelos no inverno, o instinto que sempre me impulsiona a ir a contracorrente, a predileção para as coisas invulgares, a obsessão em fazer tudo no meu próprio modo, as excentricidades incompreensíveis, a assertividade indomável, gosto de provocar. peço desculpa. é um eufemismo. corrijo-me. adoro provocar. é algo que entra em mim com o ar que respiro. sem ele eu não existia. não era eu. não me divertia tanto.
adoro surpreender. não corresponder às expetativas. ser o oposto do que pareço. parecer o oposto do que sou. dizer não só para ver a reacção do interlocutor. chocar. incomodar. desrespeitar regras, só para ver se o mundo vai acabar por isto. omitir o óbvio. dizer o que penso quando todos ficam à espera duma falsidade cortês ou duma ilusão confortadora. distinguir-me. chamar a atenção. matar as pessoas com o olhar quando me estão a fitar. não me importar com o que os outros pensam. vestir-me mal quando a elegância é requerida. não ser politicamente correta só para o ser. falar de tudo que o pudor hipócrita qualifica de indizível. não fingir nada. não sabujar. não ficar impressionada pelo dinheiro ou pelo poder. fazer perceber quando não gosto de algo.
para que as pessoas abram os olhos. para que não se deixem distrair por aparências. ou pormenores. para lhes mostrar os absurdos que cultivam. os rótulos que põem. as mentiras das quais se alimentam. para denunciar a hipocrisia. para que todos procurem no fundo porque, como disse a raposa ao principezinho, o essencial é invisível para os olhos.
e adoro escrever a lápis. deixa-me ser flexível e improvisar em cada momento.
inspiras-me a escrever mais. e melhor.
obrigada.
que sejam as palavras pouco diplomáticas, os vestidos de comprimento puta, os chinelos no inverno, o instinto que sempre me impulsiona a ir a contracorrente, a predileção para as coisas invulgares, a obsessão em fazer tudo no meu próprio modo, as excentricidades incompreensíveis, a assertividade indomável, gosto de provocar. peço desculpa. é um eufemismo. corrijo-me. adoro provocar. é algo que entra em mim com o ar que respiro. sem ele eu não existia. não era eu. não me divertia tanto.
adoro surpreender. não corresponder às expetativas. ser o oposto do que pareço. parecer o oposto do que sou. dizer não só para ver a reacção do interlocutor. chocar. incomodar. desrespeitar regras, só para ver se o mundo vai acabar por isto. omitir o óbvio. dizer o que penso quando todos ficam à espera duma falsidade cortês ou duma ilusão confortadora. distinguir-me. chamar a atenção. matar as pessoas com o olhar quando me estão a fitar. não me importar com o que os outros pensam. vestir-me mal quando a elegância é requerida. não ser politicamente correta só para o ser. falar de tudo que o pudor hipócrita qualifica de indizível. não fingir nada. não sabujar. não ficar impressionada pelo dinheiro ou pelo poder. fazer perceber quando não gosto de algo.
para que as pessoas abram os olhos. para que não se deixem distrair por aparências. ou pormenores. para lhes mostrar os absurdos que cultivam. os rótulos que põem. as mentiras das quais se alimentam. para denunciar a hipocrisia. para que todos procurem no fundo porque, como disse a raposa ao principezinho, o essencial é invisível para os olhos.
e adoro escrever a lápis. deixa-me ser flexível e improvisar em cada momento.
there is much more to me than meets the eye.
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