todos temos os nossos temas recorrentes. as coisas nas quais pensamos frequentemente. porque as consideramos suficientemente importantes. e que muitas vezes definem os nossos limites do aceitável. e do tolerável. quem somos. o respeito é um dos meus temas. dá-me igual que as pessoas gostem de mim ou não. que concordem comigo ou não. mas devem é respeitar o meu trabalho. e o meu tempo. se não for o caso não quero ter nada a ver com elas. independentemente de quão prolífica essa relação poderia ser para mim. é uma das minhas regras básicas que aplico de maneira intransigente. também acho que temos todos direito ao mesmo tratamento.
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julgo as pessoas por duas coisas. sim, eu sei, julgar é muito mau... paciência. quase todos o fazem, então não vou fingir que não é o meu caso. na verdade julgo por muito mais que só duas coisas, mas, entre outros, julgo pelo tratamento dado a dois grupos de pessoas - aos seguranças e ao pessoal de limpeza. e quando alguém é incapaz de cumprimentar todos ao entrar num prédio de manhã, pouco interessa que título chique tem escrito no cartão de visita, que cargo ocupa, quanto alcançou na vida ou com que carro entrou na garagem - estou-me a cagar para isso tudo, mas completamente - é um líder de merda. porque o respeito nunca se inclina perante o poder. nem os lucros possíveis. nem a hipocrisia. e é só em uma situação de desequilíbrio total, em que em teoria não precisamos fazer esforço nenhum, em que não temos de comprovar nada que se revela a verdadeira natureza das pessoas.
poucas são as pessoas que conseguem passar este teste meu. e sou suficientemente bruxa para dar um tratamento de merda às que não conseguem.
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