estou a entrar num centro comercial por uma porta giratória.
em frente de mim - um casal com dois filhos. um menino de se calhar seis anos, gordo (ok, talvez só rechonchudo, mas com um potencial evidente de se tornar gordo num futuro bastante próximo) e cabeludo (o tipo de cabelo liso, meio comprido e abundante) e uma criança de se calhar dois anos, com algo de branco na cabeça que quase lhe tapa os olhos e torna o sexo indefinido e indefinível.
o menino toca na porta de vidro. a porta para.
ele começa a rir-se. os pais ficam entusiasmados.
a porta arranca depois dum soluço solitário. o menino toca-a de novo.
ela para, ele ri-se, eles entusiasmam-se. o soluço. o suspenso no universo perante a genialidade suposta da progenitura. uma pasmaceira absurda. o arranco.
o processo repete-se. parece cada vez mais intenso e mais exclusivo.
devo lembrar-me de entrar por uma porta estandarte no futuro.
em frente de mim - um casal com dois filhos. um menino de se calhar seis anos, gordo (ok, talvez só rechonchudo, mas com um potencial evidente de se tornar gordo num futuro bastante próximo) e cabeludo (o tipo de cabelo liso, meio comprido e abundante) e uma criança de se calhar dois anos, com algo de branco na cabeça que quase lhe tapa os olhos e torna o sexo indefinido e indefinível.
o menino toca na porta de vidro. a porta para.
ele começa a rir-se. os pais ficam entusiasmados.
a porta arranca depois dum soluço solitário. o menino toca-a de novo.
ela para, ele ri-se, eles entusiasmam-se. o soluço. o suspenso no universo perante a genialidade suposta da progenitura. uma pasmaceira absurda. o arranco.
o processo repete-se. parece cada vez mais intenso e mais exclusivo.
devo lembrar-me de entrar por uma porta estandarte no futuro.
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