destiny is not a matter of chance; it is a matter of choice. it is not a thing to be waited for, it is a thing to be achieved.
vi frozen com a filha de uns amigos. não gostei. mas de todo. não percebo o fenómeno cultural, o interesse, as tshirts, os gadgets, a popularidade da canção principal. não vi nada de encantador ou inspirador na história, nas personagens, na mensagem. não me identifiquei com ninguém. não quis ser ninguém, mesmo que fosse durante um breve instante. não entendi o propósito. não aprendi nada. foi uma perda de tempo.
nunca gostei de princesas. são chatas. passam a vida a pentear o cabelo e ficar à espera que alguém as salve. era muito mais interessante vê-las salvar-se a si próprias. acho que na vida se deve ser muito mais que só lindo e incapaz. para conseguir influenciar o seu destino. desde a infância fui inspirada por guerreiros. quis ser o don diego de la vega, o simon templar, o luke skywalker. dormi com uma faça debaixo da almofada e corri, durante anos, com uma mochila de 10 kilos porque o meu sonho era fazer parte dos navy seals.
fascina-me como a mente consegue fazer ultrapassar obstáculos, que sejam físicos ou psicológicos, nas outras pessoas ou em nos. sobretudo que isto parece eludir à quase todos. falta-lhes determinação. e perseverança. e sobretudo fé. nunca percebi isso. como se podia abandonar mesmo antes de ter começado. achar que nunca se ia conseguir antes de fazer uma primeira tentativa. desistir sem se esforçar. perder sem lutar.
adoro quando as coisas são difíceis. se algo for simples ou evidente, perco imediatamente o interesse. a alcançar um objetivo, gosto do processo, do esforço, da pressão, da caça, do desafio, dos erros com os quais aprendo, da confrontação. quando for alcançado, quero passar ao seguinte. é o que me motiva mais. gozar dos êxitos não faz tanto parte da minha natureza. posso dedicar cinco minutos a isso. mais era uma perda de tempo, porque já atingi o que havia para atingir. o que me alimenta não são sucessos. não é estabilidade. não é prestigio. não é o fácil. não é conforto. não é poder.
é a luta.
vi frozen com a filha de uns amigos. não gostei. mas de todo. não percebo o fenómeno cultural, o interesse, as tshirts, os gadgets, a popularidade da canção principal. não vi nada de encantador ou inspirador na história, nas personagens, na mensagem. não me identifiquei com ninguém. não quis ser ninguém, mesmo que fosse durante um breve instante. não entendi o propósito. não aprendi nada. foi uma perda de tempo.
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| when the going gets tough, the tough get going |
fascina-me como a mente consegue fazer ultrapassar obstáculos, que sejam físicos ou psicológicos, nas outras pessoas ou em nos. sobretudo que isto parece eludir à quase todos. falta-lhes determinação. e perseverança. e sobretudo fé. nunca percebi isso. como se podia abandonar mesmo antes de ter começado. achar que nunca se ia conseguir antes de fazer uma primeira tentativa. desistir sem se esforçar. perder sem lutar.
adoro quando as coisas são difíceis. se algo for simples ou evidente, perco imediatamente o interesse. a alcançar um objetivo, gosto do processo, do esforço, da pressão, da caça, do desafio, dos erros com os quais aprendo, da confrontação. quando for alcançado, quero passar ao seguinte. é o que me motiva mais. gozar dos êxitos não faz tanto parte da minha natureza. posso dedicar cinco minutos a isso. mais era uma perda de tempo, porque já atingi o que havia para atingir. o que me alimenta não são sucessos. não é estabilidade. não é prestigio. não é o fácil. não é conforto. não é poder.
é a luta.

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